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| :: Calçada, pra quê te quero ? :: |
Muito se fala na mídia sobre as belezas de Maringá e seus encantos naturais. Isto é inegável, pois pelos diversos ângulos que se olhe a nossa querida cidade canção se vê paisagens postais, molduras naturais encantadoras compostas conjuntamente, como que em um quadro pintado pela natureza, com imagens que marcam nossas retinas.
No entanto, nem tudo é tão belo assim na cidade que brotou da floresta. Vê-se, também, diversos quadros deploráveis de maus exemplos de como o espaço público não deve ser utilizado, iniciando pelo próprio Poder Público Municipal que “contribui” com seu mau exemplo ao não manter as vias públicas da cidade limpa como deveriam e ao não construir calçadas públicas defronte a diversos aparelhos públicos de sua responsabilidade.
O cidadão maringaense precisa sair da letargia e exigir da Administração Pública Municipal mais zelo pelo seu patrimônio postal.
Exemplo disso, percebido literalmente nos pés, é a má utilização das calçadas ou dos espaços públicos em que estas deveriam ser construídas, bem como o descaso do município com a regular fiscalização destes. Percebe-se muitas das vezes que determinados “cidadãos” se acham donos do referido espaço público, utilizando-o como se fosse mera extensão do seu imóvel privado, remetendo diretamente para a rua aqueles pedestres “abusados” que pretendam por ali transitar. Coisa do tipo: “o meu limite é o meio-fio e o pedestre!? Ah ! O pedestre que se dane”.
Ao invés de somente criticar o Poder Público Municipal que nitidamente não faz a sua parte em diversas coisas que lhe é de responsabilidade, deveríamos nos inspirar e parafrasear o que disse um dia o então presidente americano John Kennedy: “Não pergunte o que Maringá pode fazer por você, mas o que você pode fazer pela nossa querida Maringá”. (João Regiani).
