A EXAUSTÃO TRIBUTÁRIA E ENTRAVES INSTITUCIONAIS

Quando se fala sobre isso parece se tratar de brincadeira de mal gosto, mas é verdade. O brasileiro trabalha mais de 5 meses por ano para pagar impostos.

Com um Estado monstruoso e pesado quanto ao seu custeio, ‘deficit’ previdenciário gigantesco com diversas classes de privilegiados, enquanto o trabalhador comum se aposenta com apenas um salário mínimo e toda sorte de corrupção envolvendo estatais e serviços públicos, a nação vem sofrendo de grave patologia econômica que se não for curada com rapidez poderá destinar o país ao caos econômico e na sua exclusão do cenário dos investimentos econômicos internacionais.

Há alguns dias batemos na casa de R$ 1 trilhão de impostos arrecadados somente neste ano e a previsão é de que a arrecadação tributária da União se avizinhará aos R$ 3 trilhões de arrecadação tributária em 2019. Pobre povo e empreendedor brasileiro que estão localizados num país em que a classe política e o Estado, ao invés de se constituirem em facilitadores do desenvolvimento, na verdade atuam como maiores entraves ao progresso nacional.

IBOVESPA EMPACA


A cautela política volta a determinar os negócios na B3 neste início de semana, após a mudança da data de apresentação do parecer de Samuel Moreira (PSDB-SP), relator da Reforma da Previdência Social na Comissão Especial, para quinta-feira. Isso, segundo analistas, causa mais preocupação em relação ao prazo de aprovação da reforma, que vem sendo postergado.

O Ibovespa caia 0,42%, aos 97.411,12 pontos, após às 9h48. Na sexta, subiu 0,63%, aos 97.821,26 pontos. Na Europa e em Nova York, as bolsas sobem.
O investidor ainda segue atento aos desdobramentos da discussão sobre a votação do Projeto de Lei nº 4 (PLN4), prevista para esta semana e que prevê a concessão de um crédito extra para o governo no valor de R$ 248,9 bilhões, para evitar o não pagamento de vários benefícios. (Fonte: Isto É Dinheiro).