MOTIVOS QUE AFASTAM AS EMPRESAS DO CRÉDITO SAUDÁVEL

Evento “Bancos Nacionais de Desenvolvimento e Bancos Verdes”, promovido pelo BID em 2017 na Cidade do México, capital do México.

*** Por João Luiz Agner Regiani

No curso da nossa atuação profissional dialogamos bastante com os empreendedores e os setores financeiros das suas empresas, a fim de realizar a análise do perfil econômico-financeiro dos seus negócios.

Este tipo de análise é de suma importância para se saber sobre a capacidade de endividamento, geração de caixa, dentre outros aspectos econômicos e contábeis das empresas que são importantes para a verificação das suas aptidões para a tomada de crédito no mercado financeiro.

Sabemos que no mercado financeiro existem bancos mistos, de perfil concomitante comercial e de fomento (por exemplo, Banco do Brasil), que oferecem linhas de financiamentos para capital de giro, aquisição de equipamentos, crédito agrícola, etc, tal como também disponibilizam os bancos exclusivamente de fomento, como o BRDE, Fomento Paraná e o BNDES.

No entanto, quando constatamos o método de amortização, custos dos financiamentos e a imposição de “venda casada” de produtos bancários (seguros, previdência privada, etc) utilizados pelos referidos bancos mistos, comparativamente com os menores custos e melhores métodos utilizados pelos bancos exclusivamente de fomento, chegamos à fácil conclusão de que, quando é possível, devemos indicar à empresa a busca por fontes de recursos para a execução dos seus projetos e custeios junto aos bancos exclusivamente de fomento (BRDE, BNDES e Fomento Paraná), os quais não são vorazes na busca por lucros sobre as suas operações financeiras e efetivamente se preocupam em não exaurir a capacidade financeira das empresas.

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GESTÃO DE NEGÓCIOS E AS INCERTEZAS DO EMPREENDEDOR NA PANDEMIA

João Luiz Agner Regiani, Advogado e Consultor para o Desenvolvimento, titular da J.Regiani Consultoria

** Por João Luiz Agner Regiani, Advogado e Consultor para o Desenvolvimento

Vimos nos últimos dias no Brasil a queda gradual dos índices de infecção e mortes pela Covid-19. Concomitantemente a isto temos constatado a alteração preocupante e diária no comportamento social das pessoas em relação às cautelas de prevenção ao vírus, com inúmeras pessoas agindo como se a pandemia já tivesse terminado.

Aliado a isto, nos chegam notícias de diversas regiões do mundo dando conta do ressurgimento do vírus em países que este já havia arrefecido, numa segunda onda da pandemia a preocupar países, mercados e pessoas, e que no Brasil poderá ser potencializada diante do descaso comportamental e às regras básicas de distanciamento social pelas pessoas.

Diante disso a pergunta que muitos estão se fazendo neste momento é o que poderá acontecer com a economia, empregos e a segurança alimentar dos brasileiros caso a ´segunda onda´ da pandemia venha a se remontar à primeira, que sequer deu sinais de ter finalizado totalmente o seu ciclo.

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BRB: SUPERA-DF MOVIMENTOU R$ 4 BILHÕES DESDE MARÇO

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Imagem aérea de Brasília-DF

Diário do Poder

O Supera-DF, programa criado pelo BRB para minimizar os impactos financeiros e econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, movimentou cerca de R$ 4 bilhões desde março, quando foi lançado, exercendo, assim, importante papel na reativação da economia do Distrito Federal.

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Durante sua vigência, o BRB atendeu mais de 36 mil clientes Pessoa Física e 8,5mil Pessoas Jurídicas. Do total de empresas que procuraram o banco, mais de 4.600 foram contempladas com a liberação de novos créditos ou por meio de repactuação, ou seja, com a suspensão do pagamento de empréstimos, por até 180 dias, anteriormente contratados e que estavam adimplentes até 18 de março.

“O BRB tem orgulho de ter desenvolvido o Supera-DF e ajudado a salvar empregos e empresas em meio a uma crise de saúde que provocou impactos econômicos em todo o mundo. Atuamos, como se espera de um Banco público, com foco na promoção do desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. (Com informações BRB).