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Com informações do Infomoney
A redução da taxa Selic para 2% ao ano foi provavelmente a principal responsável pela migração em massa observada durante 2020 da renda fixa para a Bolsa, mesmo com todas as incertezas despertadas pela pandemia.
E por conta das oportunidades relativamente limitadas do mercado acionário brasileiro, em comparação às opções disponíveis em mercados mais desenvolvidos, como o americano, as estratégias globais de investimento aos poucos começaram a ocupar cada vez mais espaço nas carteiras do investidor brasileiro.
Ainda mais em um ano no qual o desempenho destacado das bolsas dos Estados Unidos, impulsionadas pelas gigantes do setor de tecnologia, deixou claro o poder da diversificação geográfica, em ativos com baixa correlação entre si e que não encontram paralelo localmente.
Devido aos juros baixos e às perspectivas favoráveis para o mercado global de maneira ampla, seja para companhias de tecnologia ou da “velha economia”, os fundos internacionais entraram, de uma vez por todas, no radar do investidor brasileiro, diz Fabiano Cintra, especialista da XP.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), dos cerca de R$ 150 bilhões que a indústria de fundos captou em 2020, até 14 de dezembro, aproximadamente um terço foi direcionado para produtos globais.
Continuar lendo “COM JURO NO PISO HISTÓRICO E MAIOR OFERTA DE PRODUTOS, FUNDOS INTERNACIONAIS CRESCEM E APARECEM NO MERCADO BRASILEIRO”

O bom resultado obtido no campo nos primeiros nove meses de 2020 teve impacto positivo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná. No acumulado de janeiro a setembro, a agropecuária apresentou crescimento de 15,66% na comparação com igual período de 2019, somando R$ 42,37 bilhões.
O desempenho do agronegócio contribuiu para reduzir os impactos da pandemia sobre o conjunto da economia paranaense. No acumulado do ano, o Produto Interno Bruto do Estado teve retração de 1,95%, ante uma queda de 5% do País
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes.
Continuar lendo “ALTA DE 15,7% NA AGROPECUÁRIA REDUZ IMPACTO DA PANDEMIA SOBRE O PIB”Prática contábil frequente e que se dá na maioria das vezes por solicitação dos próprios gestores ou proprietários de negócios, é o registro em balanço de prejuízos artificiais nas operações da empresa como meio de se pagar menos tributos do que haveria de se realizar caso os lucros reais fossem efetivamente lançados.
Esta prática, obviamente, é adotada e calibrada contabilmente dentro das margens existes no regime de tributação estabelecido pela legislação tributária vigente ao qual a empresa se encontra vinculada. Assim, a economia no pagamento de tributos traz reflexos positivos imediatos no caixa contábil da empresa, contribuindo com maior capitalização de capital de giro próprio, ´reservado´ contabilmente muitas vezes como estoque.
No entanto, é no transcorrer das intempéries da economia nacional ou financeiras do próprio negócio, quando o empreendedor, asfixiado, se vê na urgência de acessar crédito para dar sustentação ao seu empreendimento, é que este percebe o quanto o `barato fica caro`; ou seja, é justamente no momento em que falta sustentação financeira ao negócio é que o empreendedor vê excluída a sua possibilidade de acessar créditos mais em conta e com características de crédito de fomento, por exemplo, junto ao BRDE e a Fomento Paraná; cujas instituições de fomento analisam com especial atenção o `desempenho líquido` dos empreendimentos como um dos requisitos para a concessão de financiamentos.
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