
Com informações do Infomoney
A redução da taxa Selic para 2% ao ano foi provavelmente a principal responsável pela migração em massa observada durante 2020 da renda fixa para a Bolsa, mesmo com todas as incertezas despertadas pela pandemia.
E por conta das oportunidades relativamente limitadas do mercado acionário brasileiro, em comparação às opções disponíveis em mercados mais desenvolvidos, como o americano, as estratégias globais de investimento aos poucos começaram a ocupar cada vez mais espaço nas carteiras do investidor brasileiro.
Ainda mais em um ano no qual o desempenho destacado das bolsas dos Estados Unidos, impulsionadas pelas gigantes do setor de tecnologia, deixou claro o poder da diversificação geográfica, em ativos com baixa correlação entre si e que não encontram paralelo localmente.
Devido aos juros baixos e às perspectivas favoráveis para o mercado global de maneira ampla, seja para companhias de tecnologia ou da “velha economia”, os fundos internacionais entraram, de uma vez por todas, no radar do investidor brasileiro, diz Fabiano Cintra, especialista da XP.
Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), dos cerca de R$ 150 bilhões que a indústria de fundos captou em 2020, até 14 de dezembro, aproximadamente um terço foi direcionado para produtos globais.
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