O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu em março, no início da pandemia, a aprovação de 19 propostas para “blindar” a economia contra o coronavírus. Só 3 foram sancionadas até o fim de 2020. É o que revela levantamento da Metapolítica, feito a pedido do Poder360.
Gráfico da intenção de investimento do empresariado brasileiro nos últimos anos. (Fonte: IG Economia)
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quinta-feira (21) um estudo que demonstrou o otimismo do empresariado brasileiro com investimentos, demandas, exportações e compras de matérias-primas e insumos. A pesquisa foi feita entre 1º e 13 de agosto de 2020, com 1.957 empresas. Dessas, 776 são pequenas, 704 são médias e 477 são de grande porte.
Todos os índices se mantiveram em patamares elevados, acima da linha divisória de 50 pontos. Ou seja, indicam que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses, das vendas aos empregos . É um dos sinais da retomada da economia.
Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 pontos, indicam aumento. Quando estão abaixo, queda.
Investimentos
A propensão a investir do empresário aumentou em janeiro de 2021. De 59,1 pontos no último mês de 2020 para 59,9 no primeiro de 2021. O índice retoma a trajetória de recuperação que tomou curso ao longo de 2020, acumulando alta de 23,2 pontos desde abril.
O aperfeiçoamento das garantias está na agenda da equipe econômica visando a recuperação da economia.
O fortalecimento do crédito “no curto prazo” será uma das prioridades da equipe econômica para 2021, informou a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.
Em nota informativa sobre os objetivos e os desafios da equipe econômica para 2021, o órgão informou que pretende investir na modernização das garantias (bens dados como garantia em empréstimos) para fortalecer a recuperação econômica após a pandemia de covid-19.
Entre as propostas apresentadas no documento estão a autorização para que um imóvel possa ser usado como garantia várias vezes, ajustes nos procedimentos de notificação e intimação para a execução extrajudicial da alienação fiduciária e mudanças nos valores de referência para os leilões de execução.
Em 2021, ano em que se prevê mais um recorde de produção de grãos no Brasil, o déficit de capacidade de armazenagem estática deve ultrapassar a barreira das 100 milhões de toneladas.
A estimativa é da consultoria Cogo Inteligência em Agronegócio, que já aponta um déficit neste ano de 87,4 milhões de toneladas, ou seja, o país tem capacidade de armazenar 170,1 milhões de toneladas, mas a safra 2019/20 deve fechar com 257,5 milhões de toneladas.
O cálculo para o próximo ano é feito levando-se em conta uma safra estimada de 277 milhões de toneladas e um crescimento de 4,2 milhões de toneladas na capacidade.
Carlos Cogo, diretor da consultoria, diz que a paridade entre capacidade estática e produção de grãos era equilibrada historicamente, mas se descolou a partir de 2010. Desde então, a produção cresceu a uma taxa de 5,1% ao ano, e a armazenagem teve alta de apenas 1,9% ao ano.
“Já temos um gargalo. O aumento de produção faz com que, mesmo escoando as safras rapidamente, quando o milho é colhido os silos ainda estão cheios de soja. O resultado são as imagens que vemos quase todos os anos no Mato Grosso: montanhas de milho a céu aberto por falta de armazéns”, observa.
Em tempos de pandemia e de crise econômica como a que estamos vivenciando é comum as pessoas e empreendimentos passarem por dificuldades de ordem financeira e de ampliação do endividamento.
É certo que em situações assim em especial os empreendimentos necessitem de planejamento financeiro estratégico e eficiente a fim de superarem a crise, continuarem vivos no mercado e reforçarem as suas condições operacionais para ganharem competitividade.
Dentre os cuidados a serem tomados deve-se privilegiar a correta gestão interna do negócio, com a adoção de práticas aprimoradas para a melhor utilização dos recursos humanos, materiais e financeiros do negócio, bem como dar importância à tomada de decisões assertivas baseadas em estudos econômicos, contábeis e em análises constantes do mercado relacionado ao respectivo nicho de atuação.
Em suma, todas as ferramentas de boas práticas de gestão de negócios devem ser utilizadas. Para isto, sem dúvida, o empreendedor deve se amparar em profissionais especializados nas diversas áreas de gestão.
Uma das áreas que ganhou enorme relevância neste momento de crise econômica é justamente a de planejamento financeiro para acesso ao crédito. Explico.
Com o advento da crise um dos relevantes problemas a serem superados nas empresas diz respeito, primeiramente, a não descapitalização dos negócios, com a manutenção do capital de giro contábil em níveis ideais a fim de dar sustentação financeira às suas operações. Outro aspecto, a necessidade apresentada por muitos empreendimentos de ampliarem as suas estruturas, mesmo em período de crise, diante das peculiaridades favoráveis detectadas no respectivo segmento (nicho) de atuação.
Com cenário assim diversas instituições financeiras tradicionais (bancos comerciais) se arvoraram no mercado oferecendo crédito às empresas em condições extremamente desvantajosas a estas. Na maioria das vezes, além do custo caro, condicionando a sua concessão a venda casada de produtos bancários (seguros, previdência privada, consórcios, etc).
O que fazer num cenário como este visando escapar deste tipo armadilha?
Sem dúvida que a resposta mais prudente e adequada é dizer que o melhor caminho é o empreendedor buscar consultorias que saibam como estruturar operações financeiras junto aos denominados bancos de fomento, como BRDE, BNDES e Fomento Paraná.
Estas instituições adotam um comportamento bem diferente dos bancos comerciais ou de varejo. Para conceder crédito às empresas não forçam a venda de produtos bancários, até porque não os possui para venda, trabalham com margens de lucros (‘spreads’ bancários) bem menores que os bancos comerciais, além do que concedem prazos mais alongados e maiores carências que estes. Mais, em situações que imponham às empresas necessidade de renegociações de dívidas são mais flexíveis e menos hávidos por se utilizarem destas situações para “sangrarem” os empreendedores.
A J. REGIANI CONSULTORIA PARA O CRÉDITO DE FOMENTO tem uma equipe técnica amplamente preparada para auxiliar a sua empresa a acessar o crédito de fomento menos oneroso e mais favorável aos objetivos do seu negócio. Mantenha contato conosco para que possamos ajudar o seu empreendimento a acessar as linhas de crédito subsidiados e de longo prazo mais em conta do mercado financeiro.- (44) 991128800 celular e WhatsApp.