A SILENCIOSA TRANSFORMAÇÃO DOS ESCRITÓRIOS

Quando puderem retornar ao trabalho presencial após o controle da pandemia, os 450 funcionários da multinacional de tecnologia NEC no Brasil finalmente vão poder conhecer a nova sede da empresa. Para trabalhar lá, vão ter que se planejar com uma semana de antecedência, reservar uma mesa, um armário e um lugar na garagem.

A centenária empresa de origem japonesa mudou radicalmente seus locais de trabalho em todo o mundo em prol do chamado “smart office”, mais enxuto e sem lugar fixo. Uma quebra de paradigma, principalmente para os japoneses, que tinham uma relação forte com o local de trabalho e os longos expedientes na companhia, diz Amilton Aires, diretor de recursos humanos da NEC para a América Latina.

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