MEIs DEVEM REGULARIZAR IMPOSTOS ATÉ O DIA 31

Cerca de 1,8 milhão de microempreendedores individuais (MEI) precisam ficar atentos. Caso não quitem os tributos e as obrigações em atraso até a próxima terça-feira (31), eles serão incluídos na Dívida Ativa da União e estarão sujeitos a cobrança judicial.

Segundo a Receita Federal, existem 4,3 milhões de microempreendedores inadimplentes, que devem R$ 5,5 bilhões ao governo. Isso equivale a quase um terço dos 12,4 milhões de MEI registrados no país.

No entanto, a inscrição na dívida ativa só vale para dívidas não quitadas superiores a R$ 1 mil, somando principal, multa, juros e demais encargos. Atualmente, o 1,8 milhão de MEI nessa situação devem R$ 4,5 bilhões.

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TESE DO SÉCULO: DECISÃO DO STF GEROU R$-358 BILHÕES PARA EMPRESAS

Por Gazeta do Povo

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de retirar o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins gerou cerca de R$ 358,1 bilhões em créditos fiscais para empresas, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Desse total, cerca de R$ 93,4 bilhões, ou 26,08%, já foram compensados entre 2017 e 2020. Outros R$ 56 bilhões devem ser quitados pela União este ano, e cerca de R$ 69,6 bilhões em 2022.

Nos anos de 2023 e 2024 a compensação de créditos deverá ser de R$ 47,8 bilhões e de R$ 44,1 bilhões, respectivamente. De 2025 em diante, estima-se que a compensação de créditos será de R$ 47,09 bilhões.

Os valores são decorrentes do julgamento que ficou conhecido como “tese do século”, no qual o Supremo decidiu que o ICMS não deve compor a fórmula de aplicação do PIS e da Cofins, como era entendido até então. Em razão do dano aos cofres públicos que o novo entendimento poderia causar, o STF modulou a decisão, criando duas situações distintas para quem pleiteia a compensação do imposto pago indevidamente.

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O QUE É ESG E OS SEUS EFEITOS SOBRE OS NOVOS NEGÓCIOS

Você que atua no mundo empresarial sabe o que é ESG? Para iniciar, podemos dizer que a sigla está diretamente relacionada às ações ambientais, sociais e de governança que uma empresa coloca em prática. Além disso, é possível, também, que essa governança tenha relação com investimentos. Neste sentido, projetos empresariais que apresentem identidade com politicas de ESG poderão encontrar investidores que lhes ofereçam suporte financeiro subsidiado em condições extremamente vantajosas em termos de custos/taxa e prazos.

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IBGE: CONSTRUÇÃO CIVIL TEM INFLAÇÃO DE 1,89% EM JULHO

O índice apresentou uma queda em relação à da taxa de junho

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 1,89% em julho deste ano. O índice apresentou uma queda em relação à da taxa de junho (2,46%), mas teve alta na comparação com julho de 2020 (0,49%).

Segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sinapi acumula taxas de 13,49% no ano e de 22,6% em 12 meses. Com isso, o custo da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.448,78 em julho.

Os materiais de construção tiveram alta de 2,88% no mês e passaram a custar R$ 853,03 por metro quadrado. Já a mão de obra teve alta de 0,52% e passou a ter um custo por metro quadrado de R$ 595,75.

REFORMA TRIBUTÁRIA E O IMPACTO NAS EMPRESAS DE LUCRO PRESUMIDO E REAL

Em 25/06/2021 o Ministério da Economia apresentou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 2.337/21, que trata da 2ª fase da reforma tributária. Ao contrário da 1ª Fase, que propôs a substituição dos tributos indiretos PIS e COFINS pela Contribuição de Bens e Serviços (CBS) com alíquota de 12% e possibilidade de um tímido crédito sobre os insumos, o atual PL tem na sua essência o objetivo de transformar drasticamente o Imposto de Renda para as Pessoas Físicas, Empresas e Investimentos.

Neste artigo vamos abordar de forma prática quais serão os principais impactos decorrentes das mudanças propostas, destacando os principais pontos positivos e negativos que afligem as empresas do Lucro Real e Presumido.Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Imposto de Renda sobre dividendos

O PL ressuscita a tributação dos lucros e dividendos através de uma alíquota de 20%, o que não é algo novo, pois essa taxação já existia no Brasil até 1995, quando, porém, o percentual era de 15%. No meu entendimento não há nada de errado em tributar os lucros ou dividendos, desde que haja uma compensação justa e equânime através da diminuição dos tributos corporativos.

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POR QUE O FUTURO DOS NEGÓCIOS ESTÁ NO ESG

Por Renan Vargas*

Nos últimos anos, presenciamos uma onda de preocupações com meio ambiente, ética e sustentabilidade em todo o mundo. Tudo isso ganhou ainda mais força após três letras fazerem sucesso no mercado: ESG. De forma simples, ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance. O termo é usado para se referir às práticas ambientais, sociais e de governança.

Por que o futuro está no ESG? Isso acontece devido às métricas ESG estarem atreladas ao investimento e gestão responsáveis. Mas a aceleração veio quando essas métricas passaram a ter cada vez mais relevância no mercado. Isso é tão realidade hoje em dia que elas se tornaram pilares que sustentam algumas das principais atividades dentro das organizações. ESG é prioridade de gestão, de posicionamento, de visão de futuro e do legado que se quer deixar, uma vez que ter métricas destes impactos é a grande virada.

Para se ter uma ideia desse crescimento, uma pesquisa global da consultoria Mazars apontou que, dos 37 bancos analisados (sendo dois brasileiros), 87% das instituições financeiras afirmaram que agora oferecem produtos com características responsáveis a seus clientes. Em 2020 a média era de 47%.

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