BRDE recebe prêmio do BNDES como maior operador das suas linhas de crédito

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu dois prêmios durante o Fórum dos Agentes Financeiros – 2ª Edição de 2023, promovido pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), no dia 14/06, no Rio de Janeiro.

BRDE é premiado como maior operador em linhas de crédito do BNDES – Foto: BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu dois prêmios durante o Fórum dos Agentes Financeiros – 2ª Edição de 2023, promovido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no dia 14/06, no Rio de Janeiro.

Com mais de 40 modalidades de operações em linhas do BNDES, o BRDE ganhou o primeiro lugar na categoria “Abrangência em linhas BNDES”, pelo portfólio variado no repasse de recursos para investimentos que envolvem o agronegócio, projetos de municípios, infraestrutura, empresas de portes diversos e segmentos econômicos na região Sul, onde o banco atua. Só esse ano, o BRDE operou 26% do total de R$ 1,4 bilhão liberados pelo BNDES nos três estados do Sul. O BRDE ainda ficou em segundo lugar na categoria atendimento ao cliente.

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SEGURO RURAL: PERDAS ELEVADAS REDUZEM APETITE DE SEGURADORAS

Lavoura de milho afetada pela estiagem no Rio Grande Sul no ano passado indenizações por perdas cresceram

As perdas no campo em decorrência do clima adverso nas últimas safras e o impacto desses prejuízos nas contas das seguradoras têm diminuído o apetite das empresas pelo mercado de seguros agrícolas no Brasil.

Segundo o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Jônatas Pulquério, ao menos duas das 17 seguradoras habilitadas para ofertar seguro rural no país não estão operando produtos para o campo neste ano. Em 2022, o valor de indenizações pagas ao segmento foi de R$ 10,5 bilhões, alta de quase 50% em relação ao ano anterior.

A presidente do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Raquel Marimon, afirmou, no evento, que o aumento da sinistralidade nas últimas safras eleva o risco observado no país pelas resseguradoras e gera impacto direto no preço do seguro cobrado dos produtores. “Essas seguradoras que saíram do mercado, se não tivessem resseguro, teriam fechado as portas. Esse mercado exige resiliência”, disse.

Se não houver suplementação do orçamento para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), a realidade será a mesma, disse Jônatas Pulquério. O Ministério da Agricultura tem cerca de R$ 1,06 bilhão para aplicar. Desses, R$ 415 milhões estão reservados para o início da safra de soja e milho, a partir de julho, mas não deverão durar nem um mês.