A J. REGIANI CONSULTORIA auxilia os seus clientes na busca pelo crédito de fomento junto a instituições financeiras de fomento como o BRDE, BNDES, Fomento-PR, Desenvolve-SP, dentre outras.
Podemos encontrar o melhor caminho, linhas, taxas de juros e prazos do mercado financeiro para que o seu projeto de negócios saia do papel ou ganhe força neste período de pandemia.
Os programas de crédito postos em prática durante a pandemia do novo coronavírus podem seguir em operação em 2021. O governo pretende usar estas iniciativas para incentivar a retomada econômica no próximo ano.
Entre as propostas estão a manutenção de programas de crédito que deram certo enquanto medidas de resposta à crise gerada pela pandemia, e ainda um programa de microcrédito voltado a beneficiários do Bolsa Família e aos milhões de informais do país.
Em relação à proposta de microcrédito, a estratégia é incentivar estes grupos a ganharem autonomia como MEIs, (Microempreendedores Individuais). A expectativa é que esta seja uma forma de sair da condição de vulnerabilidade, já que em 2020 o empreendedorismo disparou no Brasil como alternativa durante a crise.
O Itaú Unibanco elevou muito as suas projeções e agora vê crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5% em 2021, ante estimativa anterior de 4%. O próprio presidente Jair Bolsonaro mencionou também nesta quinta-feira (27) a expectativa de crescimento de 4% do PIB neste ano.
Para o primeiro trimestre, a previsão do Itaú é de aumento de 0,6%, enquanto entre abril e junho a atividade deverá crescer 0,6%, e não mais cair 0,1%. O IBGE divulga o PIB do primeiro trimestre em 1º de junho.
O setor de serviços, o de maior peso no PIB, deverá mostrar recuperação mais forte no segundo trimestre, efeito do relaxamento em medidas de restrição a mobilidade. O banco projeta crescimento de 11,7% em abril e 30,9% em maio (com ajuste sazonal ante o mês anterior) para o componente de serviços prestados a famílias da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que tem relação importante com o PIB do setor.
A transição global para uma energia elétrica produzida somente a partir de fontes renováveis está cada vez mais próxima da realidade. Isso pode ser confirmado pelo professor de economia solar Christian Breyer e sua equipe da Universidade de Tecnologia de Lappeenranta, localizada na Finlândia, que revisaram as suas estimativas em relação à participação da energia solar na matriz elétrica globalaté 2050, que passou de 68% para 76%.
Para a pesquisa “Low-cost renewable electricity as the key driver of the global energy transition towards sustainability” – “Eletricidade renovável de baixo custo como o principal impulsionador da transição energética global para a sustentabilidade” –, com o objetivo de comprovar a disponibilidade econômica de um mercado global de energia baseado em fontes totalmente renováveis, a equipe finlandesa utilizou o seu modelo de transição do sistema de energia, estimando que a energia solar pudesse alcançar, no final da primeira metade do século, uma quota de mercado de 69% do total de fornecimento de energia primária.
“Uma descarbonização total do sistema elétrico até 2050 é possível a um custo menor do sistema do que hoje, com base na tecnologia disponível. A transição energética não é mais uma questão de viabilidade técnica ou econômica, mas de vontade política”, pontuou Christian Breyer.
Seguindo essa perspectiva, a energia solar será a principal fonte a contribuir para a transição a um sistema elétrico livre de emissões de carbono. Atualmente, esse tipo de energia é amplamente utilizado nos mais diversos setores da sociedade devido às suas vantagens e por estar se tornando cada vez mais acessível – sobretudo com o financiamento para energia solar como uma das alternativas para investimento em energia renovável (Fonte: Bem Paraná)
O agricultor paranaense passa a contar a partir desta terça-feira (27) com um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo do Estado. A operação é garantida pelo Banco do Agricultor Paranaense, lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no Palácio Iguaçu. O alcance é estimado em R$ 500 milhões.
A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.
Para isso, o Estado vai compensar o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rual – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito.
A J. REGIANI CONSULTORIA auxilia o empreendedor a modelar, desde o início das atividades do seu negócio, o perfil econômico-financeiro do seu empreendimento às normatizações para concessão de crédito de instituições financeiras como o BRDE, BNDES, Fomento-PR, Desenvolve-SP, BNB, BDMG, BRB, dentre outras.
Mesmo negócios já formatados e em operação que vem enfrentando dificuldades quanto ao acesso ao crédito, podem ter os seus perfis financeiros remodelados a fim de acessarem os melhores financiamentos do mercado financeiro e, assim, se desenvolverem rapidamente. Consulte-nos.