Em tempos de pandemia e de crise econômica como a que estamos vivenciando é comum as pessoas e empreendimentos passarem por dificuldades de ordem financeira e de ampliação do endividamento.
É certo que em situações assim em especial os empreendimentos necessitem de planejamento financeiro estratégico e eficiente a fim de superarem a crise, continuarem vivos no mercado e reforçarem as suas condições operacionais para ganharem competitividade.
Quando puderem retornar ao trabalho presencial após o controle da pandemia, os 450 funcionários da multinacional de tecnologia NEC no Brasil finalmente vão poder conhecer a nova sede da empresa. Para trabalhar lá, vão ter que se planejar com uma semana de antecedência, reservar uma mesa, um armário e um lugar na garagem.
A centenária empresa de origem japonesa mudou radicalmente seus locais de trabalho em todo o mundo em prol do chamado “smart office”, mais enxuto e sem lugar fixo. Uma quebra de paradigma, principalmente para os japoneses, que tinham uma relação forte com o local de trabalho e os longos expedientes na companhia, diz Amilton Aires, diretor de recursos humanos da NEC para a América Latina.
“O movimento de caminhões que descarregam o produto nos terminais paranaenses se intensifica e deve chegar aos 2 mil veículos por dia, a partir da primeira semana de março. A expectativa é receber cerca de 2 milhões de toneladas no mês.”
Aos poucos, a safra de soja 20/21 chega ao Porto de Paranaguá. O movimento de caminhões que descarregam o produto nos terminais paranaenses se intensifica e deve chegar aos 2 mil veículos por dia, a partir da primeira semana de março. A expectativa é receber cerca de 2 milhões de toneladas no mês.
“Houve certo atraso devido às condições climáticas enfrentadas no campo, durante o plantio e o desenvolvimento da lavoura. Historicamente os meses de janeiro e fevereiro têm um movimento menor, então é um período que aproveitamos para realizar obras de manutenção na estrutura de escoamento”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
A curitibana Olist integra a previsão do levantamento anual “Corrida dos Unicórnios”, realizado pela empresa de inovação aberta Distrito.| Foto: Eduardo Macarios.
Em todo início de ano, o ecossistema brasileiro de startups fica na expectativa: quais empresas ganharão o título de “unicórnio” e serão avaliadas em mais de US$ 1 bilhão de dólares? A responsável pela previsão é a empresa de inovação aberta Distrito, que publica anualmente quais startups devem se tornar bilionárias através do levantamento “Corrida dos Unicórnios”.
A edição de 2021 do estudo, publicado nesta quarta-feira (17), apontou 17 startups aspirantes a entrar para o clube do bilhão. São elas: ContaAzul, Dr. Consulta, Neon, Minuto Seguros, Petlove, CargoX, Solinftec, Superlógica, Tembici, Fazenda Futuro, Zenvia, Buser, Take Blip, Cortex, Contabilizei, Pipefy e Olist.
O número de empresas indicadas saltou de 10 em 2020 para 17 neste ano. Para Tiago Ávila, dataminer do Distrito, o crescimento no número de aspirantes é fruto das conexões entre as startups e crescimento de aportes internacionais, como os realizados pelo fundo chinês SoftBank.
O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) atingiu a marca de R$ 58,7 bilhões em projetos financiados no Paraná e 60 mil projetos em toda a sua história.
O contrato de número 60 mil foi com a Integrada Cooperativa Agroindustrial, empresa sediada em Londrina e presente em 49 municípios do Paraná e São Paulo. Para os seus mais de 10 mil cooperados, a Integrada comercializa insumos, presta assistência técnica, recebe, armazena e comercializa produção de grãos, além de agregar valor através da industrialização. O valor repassado pelo BRDE à cooperativa foi de R$ 10 milhões, no programa Funcafé.
“Esse é um marco para o banco. Chegar a 60 mil projetos financiados é a prova de como o BRDE tem apoiado empresas paranaenses a inovar, gerar empregos e fomentar a economia paranaense”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.