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Estratégias Para a Melhor Gestão Empresarial

** Por JOAO LUIZ AGNER REGIANI

Existem várias estratégias de gestão empresarial que podem ser utilizadas para ajudar uma empresa a alcançar seus objetivos. Algumas das estratégias mais comuns incluem:

  1. Planejamento estratégico: esta é uma abordagem sistemática para definir a visão, missão, objetivos e planos de ação de longo prazo de uma empresa. O planejamento estratégico ajuda a empresa a identificar seus pontos fortes e fracos e a tomar decisões mais informadas sobre onde investir seus recursos.
  2. Gerenciamento de desempenho: essa estratégia envolve estabelecer objetivos claros e mensuráveis ​​para a empresa, seus departamentos e funcionários individuais, e monitorar o progresso em direção a esses objetivos ao longo do tempo. O gerenciamento de desempenho ajuda a empresa a identificar áreas onde é necessário melhorar e a tomar medidas para corrigir problemas.
  3. Gestão da qualidade: essa estratégia envolve estabelecer processos para garantir que a empresa esteja produzindo produtos ou serviços de alta qualidade e atendendo às expectativas dos clientes. A gestão da qualidade envolve o monitoramento e a análise de dados para identificar problemas e tomar medidas para melhorar a qualidade.
  4. Gestão de mudanças: essa estratégia envolve gerenciar as mudanças organizacionais para garantir que elas ocorram de maneira suave e eficaz. Isso pode incluir a implementação de novas tecnologias, a mudança de processos de negócios ou a introdução de novos produtos ou serviços.
  5. Gestão de recursos humanos: essa estratégia envolve o gerenciamento de todos os aspectos do pessoal da empresa, desde a contratação e treinamento até a avaliação de desempenho e gerenciamento de conflitos. A gestão de recursos humanos ajuda a garantir que a empresa tenha os funcionários certos com as habilidades e conhecimentos necessários para atingir seus objetivos.

Essas são apenas algumas das estratégias de gestão empresarial que as empresas podem usar para alcançar o sucesso. Cada empresa é única e deve adaptar suas estratégias de acordo com seus objetivos, recursos e ambiente de negócios específicos.

Confiança oscila entre os setores industriais, avalia CNI

Estão confiantes na economia: empresários de 17 de 29 setores, de grandes empresas e de indústrias localizadas no Norte, Nordeste e Centro-oeste

A confiança não voltou de forma plena e disseminada entre os setores industriais em março, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI – Resultados Setoriais), da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador mostra que dos 29 setores considerados, 17 seguem confiantes e 12 sem confiança. E, entre eles, o cenário está bem diverso. Foram consultadas 1.991 empresas, entre 1º e 9 de março.

O agro e a balança comercial do Brasil

O agro brasileiro vem se destacando nos últimos 50 anos, colocando o Brasil como um dos maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos, fibras naturais e bioenergia

A produção de grãos na safra 2022/23 deve ultrapassar os 310 milhões de toneladas. O VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária) em 2022 foi de R$1.189 bilhões; para 2023 a estimativa é que o VBP alcance R$1.263 bilhões. O PIB (Produto Interno Bruto) do agro brasileiro em 2022 foi de R$ 500 bilhões. São indicadores robustos e consistentes que demonstram a importância do agro para o desenvolvimento do Brasil.

A balança comercial mede a relação entre as exportações e importações de um país e constitui em importante indicador econômico. O saldo da balança comercial resulta da diferença entre as exportações e importações. Estes valores são produzidos pela SCEX/Secretaria de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Em 2022 o Agro Brasileiro exportou US$ 159 bilhões e importou US$ 58 bilhões. O superávit da balança comercial do setor foi de US$ 101 bilhões. As exportações do agro representaram 47,6% do total que o Brasil exportou. O superávit na balança comercial do Brasil em 2022 foi de US$ 61,8 bilhões.

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Plano Safra 23/24 deve ter juros ao produtor como prioridade na sua formulação

O Ministério da Agricultura pretende reduzir juros no próximo Plano Safra, referente a 2023/24, mas para tanto precisará de “força política”, disse nesta terça-feira (14) o indicado para a Secretaria de Política Agrícola da pasta, Neri Geller, em meio a embates do governo com o Banco Central sobre o nível adequado da taxa e preocupações com a inflação.

“Acho que a taxa de juros, sim, é bastante elevada… vamos ver qual é a força política que nós temos para buscar a equipe econômica (para a redução dos juros)”, afirmou durante seminário do Lide Agronegócios, citando que reconhece que o país tem dificuldades orçamentárias.

Recentemente, integrantes do governo atual e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm questionado o patamar da taxa básica de juros do país, a Selic, defendendo que não haveria justificativa para o nível de 13,75% ao ano definido pelo Banco Central.

No agronegócio, o Plano Safra 2022/23 conta com taxas de juros entre 5% e 6% ao ano para o Pronaf (programa da agricultura familiar), enquanto os médios produtores possuem tarifas de 8% ao ano.

Em programas como o da ABC (agricultura de baixo carbono) e a PCA (linha de crédito que financia armazéns agrícolas) os juros podem chegar a 8,5% ao ano.

(Fonte: Forbes)

Finalidades do BNDES para o agronegócio e a economia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fundado em 20 de junho de 1952, é um banco público brasileiro. É de propriedade do governo federal e opera como um banco de desenvolvimento.

O banco apresenta muitas facilidades para investimentos e fornece assistência financeira e técnica para estimular o desenvolvimento econômico e a geração de empregos. O banco também promove a agricultura e as manufaturas, entre outras coisas.

O BNDES apóia grandes projetos agrícolas e industriais. Isto permite promover o crescimento econômico e criar emprego. As políticas do banco priorizam a promoção da economia e a melhoria dos serviços públicos.

Além disso, o banco visa apoiar a geração de empregos por meio do subsídio a projetos empresariais que gerem oportunidades de emprego.

A J. REGIANI CONSULTORIA estrutura operações financeiras junto ao BNDES, com o objetivo de facilitar o acesso dos empreendedores urbanos e rurais ao crédito de fomento que é, sem dúvida, de melhor qualidade financeira aos empreendimentos.

DIRETRIZES PARA A BOA GESTÃO EMPRESARIAL

*Por Joao Luiz Agner Regiani

Os gestores de negócios têm um trabalho desafiador que pode ser altamente recompensador. Eles estão sob constante pressão para manter seus negócios lucrativos. Um bom gerente de negócios é trabalhador, organizado e carismático. Ele está em sintonia com as necessidades de sua equipe e de seus clientes. Além disso, ele está bem informado e atualizado sobre as práticas mais recentes em seu campo.

Um bom gestor sabe como alocar recursos de forma eficaz, planejar com antecedência e permanecer firme em tempos difíceis, bem como deve estar disposto a trabalhar longas horas e suportar situações estressantes. Ele deve estar disposto a trabalhar horas extras quando necessário e também deve estar disposto a tomar decisões difíceis que beneficiarão a empresa no longo prazo. Por exemplo, um bom gestor de negócios pode precisar demitir alguns funcionários se seu departamento estiver com baixo desempenho. Fazer isso pode reduzir temporariamente a produtividade de seu negócio, mas acabará por fortalecê-lo a longo prazo.

O gestor de negócios bem-sucedido também precisa ter um relacionamento positivo com seus funcionários e clientes. Ele deve ser tranquilo e amigável com seus subordinados para que eles trabalhem duro para ele. Ele também deve ser amigável com os clientes para que eles continuem comprando de sua empresa. Isso pode ser difícil porque um representante de atendimento ao cliente deve ser firme ao abordar as preocupações do cliente. No entanto, isso deve ser equilibrado com uma preocupação genuína com o bem-estar do cliente.

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