O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fundado em 20 de junho de 1952, é um banco público brasileiro. É de propriedade do governo federal e opera como um banco de desenvolvimento.
O banco apresenta muitas facilidades para investimentos e fornece assistência financeira e técnica para estimular o desenvolvimento econômico e a geração de empregos. O banco também promove a agricultura e as manufaturas, entre outras coisas.
O BNDES apóia grandes projetos agrícolas e industriais. Isto permite promover o crescimento econômico e criar emprego. As políticas do banco priorizam a promoção da economia e a melhoria dos serviços públicos.
Além disso, o banco visa apoiar a geração de empregos por meio do subsídio a projetos empresariais que gerem oportunidades de emprego.
A J. REGIANI CONSULTORIA estrutura operações financeiras junto ao BNDES, com o objetivo de facilitar o acesso dos empreendedores urbanos e rurais ao crédito de fomento que é, sem dúvida, de melhor qualidade financeira aos empreendimentos.
Os preços dos produtos de origem avícola tiveram movimentos distintos entre as praças acompanhadas pelo Cepea no período entre 10 e 17 de agosto. Enquanto alguns agentes conseguiram reajustar positivamente os valores da carne, outros – que estão com oferta elevada de produtos – optaram por reduzir os preços e, assim, impulsionar a liquidez da proteína.
No atacado da Grande São Paulo, o quilo do frango inteiro congelado passou de R$ 7,69 no dia 10 para R$ 7,85 nessa última quarta-feira, 17, aumento de 2% em sete dias. Já na praça de Toledo (PR), houve recuo de 1,5% nos preços, com a carne cotada a R$ 8,77/kg no dia 17.
Embora tenha uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, o Brasil é alvo de pesados ataques de ativistas independentes ou ligados a ONGs, com o nítido objetivo de prejudicar a agropecuária nacional no contexto global. A avaliação é do articulista e consultor em Agronegócio Gil Reis, em artigo publicado no site LeNews.
Ele vê como colaboracionismo as ações desses ambientalistas e das instituições que as referendam. Para Gil Reis, o propósito é um só: desgastar a imagem da produção brasileira de alimentos para que não amplie sua participação no mercado mundial.
O Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei (PLN) 18/22, que abre crédito suplementar de R$ 1,2 bilhão para equalizar os juros de operações de financiamento do Plano Safra. As subvenções serão utilizadas para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), custeio agropecuário, comercialização de produtos e investimento rural e agroindustrial. A proposta segue para sanção presidencial.
Os recursos do PLN 18/22 virão da reserva de contingência, que é uma dotação genérica do Orçamento onde o governo guarda recursos para gastos não previstos. Na prática, o dinheiro é reservado para cumprir a meta anual de resultado primário.
Os recursos aprovados serão repartidos entre as seguintes operações de financiamento do Plano Safra:
Pronaf: R$ 532 milhões
Custeio agropecuário: R$ 443,5 milhões
Investimento rural e agroindustrial: R$ 216,5 milhões
Comercialização de produtos agropecuários: R$ 8 milhões. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)
O Sistema OCB promoveu, na quinta-feira 19/05, encontro virtual para apresentar as propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra 22/23 e ouvir as percepções das autoridades. Participaram da reunião o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, e o presidente do Banco Central (Bacen), Roberto Campos Neto. Também estiveram presentes os presidentes das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Agropecuária (FPA), Evair Melo (ES) e Sérgio Souza (PR), além de representantes de cooperativas dos ramos Agro e Crédito do país.
O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez a abertura do evento e destacou, entre outros pontos, a importância de se manter a atual arquitetura do crédito rural e o aumento de volume de recursos para o financiamento. Para isso, salientou a necessidade de se ampliar os percentuais de exigibilidade de aplicação no crédito rural por parte das instituições financeiras e a garantia de recursos orçamentários adequados direcionados à equalização das taxas juros.
“Precisamos fortalecer os canais que viabilizam nosso processo de produção para que possamos ter uma agropecuária cada vez mais crescente e sustentável. Precisamos construir juntos alternativas para continuar alavancando o agronegócio no intuito de produzirmos alimentos de qualidade e a preços justos ao nosso consumidor, além de mantermos nosso protagonismo como peça fundamental para a segurança alimentar global”, ponderou o presidente.
O ministro Marcos Montes ressaltou a importância da atuação do Sistema OCB junto ao governo na construção de políticas públicas para o avanço do setor. Ele avaliou que os números defendidos pelo Sistema são desafiadores, mas que convergem com as análises realizadas pela equipe técnica do Ministério. “Precisamos produzir mais, estimular nosso agronegócio, e a participação ativa das entidades nos demonstra que precisamos buscar um Plano mais robusto para evitar retrocessos. Alguns sacrifícios econômicos precisam ser feitos para atender prioridades, e estamos tratando o Plano Safra como prioridade junto à área econômica do governo”, declarou Montes.
Já o presidente do Banco Central, Roberto Campos, lembrou também o papel das cooperativas financeiras para o crédito rural. “São os produtores os sócios da instituição financeira, e quem fazem o negócio funcionar. Em relação à equalização das taxas, precisamos aguardar a indicação do Tesouro Nacional sobre o montante que teremos. Outro ponto no qual precisamos avançar é em relação à poupança rural e LCA (Letra de Crédito Agropecuário), para estimular o pequeno e o médio produtor”, pontuou.
Valores e Percentuais
Resumidamente, as principais demandas do cooperativismo são o aumento da disponibilização de recursos de R$ 251,2 bilhões do atual Plano para R$ 330 bilhões, sendo R$ 234 bilhões destinados ao custeio da safra e comercialização e cerca de R$ 97 bilhões para investimentos.
A elevação da oferta de crédito também foi pleiteada mediante o aumento dos percentuais de exigibilidade do depósito à vista (de 25% para 34%), da poupança rural (de 59% para 65%) e das LCAs (de 35% para 50%) destinados ao crédito rural.
Há também a sugestão de elevar o montante de recursos alocados para a equalização das taxas de juros do crédito rural de R$ 13 bilhões para R$ 22 bilhões, e do seguro rural de R$ 1 bilhão para R$ 1,8 bilhão.
O governo federal prepara um pacote de ajuda a produtores rurais que sofreram no início do ano prejuízos por causa de estiagens nas regiões Sul e Centro-Oeste.
As medidas, que envolvem a oferta de linhas de financiamento e a transferência de tecnologia rural, estão sendo elaboradas pelo Ministério da Agricultura.