ESTUDO REVELA EMPRESÁRIOS OTIMISTAS E TENDÊNCIA CRESCENTE PARA INDÚSTRIA EM 2021

Gráfico da intenção de investimento do empresariado brasileiro nos últimos anos. (Fonte: IG Economia)

A  CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quinta-feira (21) um estudo que demonstrou o otimismo do empresariado brasileiro com investimentos, demandas, exportações e compras de matérias-primas e insumos. A pesquisa foi feita entre 1º e 13 de agosto de 2020, com 1.957 empresas. Dessas, 776 são pequenas, 704 são médias e 477 são de grande porte.

Todos os índices se mantiveram em patamares elevados, acima da linha divisória de 50 pontos. Ou seja, indicam que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses, das vendas aos  empregos . É um dos sinais da  retomada da economia.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 pontos, indicam aumento. Quando estão abaixo, queda. 

Investimentos

A propensão a investir do empresário aumentou em janeiro de 2021. De 59,1 pontos no último mês de 2020 para 59,9 no primeiro de 2021. O índice retoma a trajetória de recuperação que tomou curso ao longo de 2020, acumulando alta de 23,2 pontos desde abril.

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FORTALECIMENTO DO CRÉDITO SERÁ PRIORIDADE EM 2021

O aperfeiçoamento das garantias está na agenda da equipe econômica visando a recuperação da economia.

O fortalecimento do crédito “no curto prazo” será uma das prioridades da equipe econômica para 2021, informou a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. 

Em nota informativa sobre os objetivos e os desafios da equipe econômica para 2021, o órgão informou que pretende investir na modernização das garantias (bens dados como garantia em empréstimos) para fortalecer a recuperação econômica após a pandemia de covid-19.

Entre as propostas apresentadas no documento estão a autorização para que um imóvel possa ser usado como garantia várias vezes, ajustes nos procedimentos de notificação e intimação para a execução extrajudicial da alienação fiduciária e mudanças nos valores de referência para os leilões de execução. 

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COM JURO NO PISO HISTÓRICO E MAIOR OFERTA DE PRODUTOS, FUNDOS INTERNACIONAIS CRESCEM E APARECEM NO MERCADO BRASILEIRO

Com informações do Infomoney

A redução da taxa Selic para 2% ao ano foi provavelmente a principal responsável pela migração em massa observada durante 2020 da renda fixa para a Bolsa, mesmo com todas as incertezas despertadas pela pandemia.

E por conta das oportunidades relativamente limitadas do mercado acionário brasileiro, em comparação às opções disponíveis em mercados mais desenvolvidos, como o americano, as estratégias globais de investimento aos poucos começaram a ocupar cada vez mais espaço nas carteiras do investidor brasileiro.

Ainda mais em um ano no qual o desempenho destacado das bolsas dos Estados Unidos, impulsionadas pelas gigantes do setor de tecnologia, deixou claro o poder da diversificação geográfica, em ativos com baixa correlação entre si e que não encontram paralelo localmente.

Devido aos juros baixos e às perspectivas favoráveis para o mercado global de maneira ampla, seja para companhias de tecnologia ou da “velha economia”, os fundos internacionais entraram, de uma vez por todas, no radar do investidor brasileiro, diz Fabiano Cintra, especialista da XP.

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), dos cerca de R$ 150 bilhões que a indústria de fundos captou em 2020, até 14 de dezembro, aproximadamente um terço foi direcionado para produtos globais.

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ALTA DE 15,7% NA AGROPECUÁRIA REDUZ IMPACTO DA PANDEMIA SOBRE O PIB

O bom resultado obtido no campo nos primeiros nove meses de 2020 teve impacto positivo sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná. No acumulado de janeiro a setembro, a agropecuária apresentou crescimento de 15,66% na comparação com igual período de 2019, somando R$ 42,37 bilhões.

O desempenho do agronegócio contribuiu para reduzir os impactos da pandemia sobre o conjunto da economia paranaense. No acumulado do ano, o Produto Interno Bruto do Estado teve retração de 1,95%, ante uma queda de 5% do País

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes.

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BRB: SUPERA-DF MOVIMENTOU R$ 4 BILHÕES DESDE MARÇO

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Imagem aérea de Brasília-DF

Diário do Poder

O Supera-DF, programa criado pelo BRB para minimizar os impactos financeiros e econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, movimentou cerca de R$ 4 bilhões desde março, quando foi lançado, exercendo, assim, importante papel na reativação da economia do Distrito Federal.

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Durante sua vigência, o BRB atendeu mais de 36 mil clientes Pessoa Física e 8,5mil Pessoas Jurídicas. Do total de empresas que procuraram o banco, mais de 4.600 foram contempladas com a liberação de novos créditos ou por meio de repactuação, ou seja, com a suspensão do pagamento de empréstimos, por até 180 dias, anteriormente contratados e que estavam adimplentes até 18 de março.

“O BRB tem orgulho de ter desenvolvido o Supera-DF e ajudado a salvar empregos e empresas em meio a uma crise de saúde que provocou impactos econômicos em todo o mundo. Atuamos, como se espera de um Banco público, com foco na promoção do desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. (Com informações BRB).

A TAXA SELIC E OS PREÇOS AO CONSUMIDOR

Por João Luiz Agner Regiani, Advogado e Consultor.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia, historicamente nunca esteve tão baixa, estando atualmente em 2%. É justamente esta taxa, definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que serve como parâmetro para a fixação de juros ao consumidor para compras à prazo, utilização do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito.

A pergunta que naturalmente se faz é: por que o consumidor continua pagando altos juros aos bancos se a taxa Selic está historicamente tão baixa? Dentre os fatores que levam a isto e que não é de fácil compreensão às pessoas, é que o custo das operações de crédito ao consumidor continua sendo calculado pelos bancos considerando o alto risco de inadimplência de pagamento diante da persistência dos índices elevados de endividamento geral e da elevada inadimplência ou impontualidade no pagamento de dívidas pelos consumidores.

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