BRB: SUPERA-DF MOVIMENTOU R$ 4 BILHÕES DESDE MARÇO

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Imagem aérea de Brasília-DF

Diário do Poder

O Supera-DF, programa criado pelo BRB para minimizar os impactos financeiros e econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, movimentou cerca de R$ 4 bilhões desde março, quando foi lançado, exercendo, assim, importante papel na reativação da economia do Distrito Federal.

Previsto inicialmente para durar 90 dias e movimentar R$ 1 bilhão, o Supera-DF movimentou quatro vezes mais recursos do que o programado.

Durante sua vigência, o BRB atendeu mais de 36 mil clientes Pessoa Física e 8,5mil Pessoas Jurídicas. Do total de empresas que procuraram o banco, mais de 4.600 foram contempladas com a liberação de novos créditos ou por meio de repactuação, ou seja, com a suspensão do pagamento de empréstimos, por até 180 dias, anteriormente contratados e que estavam adimplentes até 18 de março.

“O BRB tem orgulho de ter desenvolvido o Supera-DF e ajudado a salvar empregos e empresas em meio a uma crise de saúde que provocou impactos econômicos em todo o mundo. Atuamos, como se espera de um Banco público, com foco na promoção do desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. (Com informações BRB).

A TAXA SELIC E OS PREÇOS AO CONSUMIDOR

Por João Luiz Agner Regiani, Advogado e Consultor.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia, historicamente nunca esteve tão baixa, estando atualmente em 2%. É justamente esta taxa, definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que serve como parâmetro para a fixação de juros ao consumidor para compras à prazo, utilização do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito.

A pergunta que naturalmente se faz é: por que o consumidor continua pagando altos juros aos bancos se a taxa Selic está historicamente tão baixa? Dentre os fatores que levam a isto e que não é de fácil compreensão às pessoas, é que o custo das operações de crédito ao consumidor continua sendo calculado pelos bancos considerando o alto risco de inadimplência de pagamento diante da persistência dos índices elevados de endividamento geral e da elevada inadimplência ou impontualidade no pagamento de dívidas pelos consumidores.

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