POR QUE O FUTURO DOS NEGÓCIOS ESTÁ NO ESG

Por Renan Vargas*

Nos últimos anos, presenciamos uma onda de preocupações com meio ambiente, ética e sustentabilidade em todo o mundo. Tudo isso ganhou ainda mais força após três letras fazerem sucesso no mercado: ESG. De forma simples, ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance. O termo é usado para se referir às práticas ambientais, sociais e de governança.

Por que o futuro está no ESG? Isso acontece devido às métricas ESG estarem atreladas ao investimento e gestão responsáveis. Mas a aceleração veio quando essas métricas passaram a ter cada vez mais relevância no mercado. Isso é tão realidade hoje em dia que elas se tornaram pilares que sustentam algumas das principais atividades dentro das organizações. ESG é prioridade de gestão, de posicionamento, de visão de futuro e do legado que se quer deixar, uma vez que ter métricas destes impactos é a grande virada.

Para se ter uma ideia desse crescimento, uma pesquisa global da consultoria Mazars apontou que, dos 37 bancos analisados (sendo dois brasileiros), 87% das instituições financeiras afirmaram que agora oferecem produtos com características responsáveis a seus clientes. Em 2020 a média era de 47%.

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REFORMA TRIBUTÁRIA: VEJA COMO FICARÁ A NOVA TABELA DO I.R.

A proposta de Reforma Tributária que o governo entregou nesta sexta-feira (25) para o Congresso prevê redução de alíquotas elevar em 31% a faixa de isenção do imposto de renda. Apesar do aumento, valor fica bem abaixo das promessas de campanha do presidente Jair Bolsonaro em 2018, quando falou em isentar quem ganha até cinco salários mínimos, por volta de R$ 5.500 nos valores de hoje.

Com as novas alíquotas, a estimativa é de que 5,6 milhões de pessoas, cerca de 50% dos atuais declarantes, que hoje têm devem imposto de renda ficarão isentos das taxas e de prestar declaração, informou o secretário da Receita Federal, José Tostes. No total, seriam 16,3 milhões de isentos caso a proposta seja aprovada da maneira que for encaminhada. 

Confira como ficam as faixas e alíquotas de acordo com o projeto.

Fonte: Valor Invest

CRÉDITO DE FOMENTO PARA SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA

Consultor financeiro João Regiani, foi Diretor de Operações do BRDE

Quando João Regiani esteve como Diretor de Operações do BRDE percebeu a necessidade de estruturar consultoria técnica que soubesse se relacionar adequadamente com a instituição e demais bancos de fomento do País.

Por isso, atualmente, com especialidade na captação de recursos de fomento para empreendimentos urbanos e rurais, a J. REGIANI CONSULTORIA consegue assessorar seus clientes amoldando as suas demandas por crédito à ótica das diversas instituições de fomento do país como o BRDE, BNDES, FOMENTO-PR, BNB, BASA, DESENVOLVE-SP, dentre outras.

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DEPUTADO PROPÕE “REFIS DA PANDEMIA” PARA EMPRESAS EM DIFICULDADES

Diário do Poder

O deputado estadual gaúcho Giuseppe Riesgo (Novo) apresentou projeto de lei criaando um programa de renegociação de dívidas tributárias, o Refis da Pandemia.

O objetivo é beneficiar empresas que sofreram os efeitos da crise econômica causada pela pandemia.

Riesgo explica que diversos estados brasileiros e algumas capitais, como Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Curitiba, lançam seus programas especiais de parcelamento de débitos tributários.

“Pelo menos um terço dos governos estaduais brasileiros já ofereceram ou aprovaram um ‘Refis’ este ano ou ao menos enviaram a suas casas legislativas projetos nesse sentido”, diz o deputado..

De acordo com o projeto, a adesão será possível em até 90 dias após o fim do estado de calamidade pública que foi decretado pelo Governo do Estado. O parcelamento ocorrerá em cem prestações com redução de até 100% das multas, juros e demais encargos.

GEADAS NO SUL E SUDESTE: QUAL O IMPACTO PARA A INFLAÇÃO E PARA AÇÕES DE AGRO DA BOLSA

Em meio a condições climáticas adversas, com uma intensa onda de frio prejudicando o agronegócio e uma crise hídrica contribuindo para custos mais elevados de energia elétrica, o bolso dos consumidores deve sentir mais nos próximos meses.

O mesmo vale para investidores de ações, que têm empresas do agronegócio na carteira, que devem ficar atentos aos potencias impactos nas companhias.

Em relatório divulgado nesta sexta, a XP avalia que a geada de julho e dessa semana nas regiões Sul e Sudeste podem se traduzir em uma inflação ainda mais alta no curto prazo.

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