Dados do IBGE apontam para uma colheita de 45,2 milhões de toneladas no Paraná em 2025. Esse volume poderá representar acréscimo de 20,5% em relação às 37,5 milhões de toneladas produzidas em 2024, sendo o maior aumento relativo entre os estados das regiões Sul e Sudeste. O Paraná também deve chegar a 14% da fatia nacional de produção.
Com um aumento de 16% em relação a igual período da safra passada, o montante do desembolso do crédito rural chegou a R$ 270,9 bilhões no Plano Safra 2023/24, no período de julho/2023 até janeiro/2024, mostra acompanhamento do Ministério da Agricultura. Os financiamentos de custeio tiveram aplicação de R$ 152 bilhões. Já as concessões das linhas de investimentos totalizaram R$ 62 bilhões. As operações de comercialização atingiram R$ 33 bilhões e as de industrialização, R$ 24 bilhões.
Foram realizados 1.369.816 contratos no período de sete meses do ano agrícola, sendo 1.018.946 no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e 135.378 no Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural).
Neste vídeo o CEO da J.REGIANI CONSULTORIA, João Luiz Agner Regiani, expõe os diversos benefícios que a execução, pelo agricultor, da sua unidade própria de armazenagem pode lhe trazer no desenvolvimento e lucratividade do seu negócio rural.
Ao final expõe como a Consultoria pode auxiliar o agricultor na tarefa de captar recursos, nas melhores fontes do mercado financeiro, a fim de viabilizar a construção do seu projeto de armazenagem própria de grãos.
O Paraná terá R$ 54,3 bilhões disponíveis para o Plano Safra 2023/24. O crédito já está disponível para agricultores familiares, produtores de médio e grande porte. Os recursos são advindos de diversas fontes, como Banco do Brasil, cooperativas de crédito e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
O crédito será aplicado em três finalidades, com a seguinte divisão: R$ 46,3 bilhões ao custeio e comercialização; R$ 9,6 bilhões de investimentos no setor e R$ 1,1 bilhão em “ações com finalidades diversas”.
Lavoura de milho afetada pela estiagem no Rio Grande Sul no ano passado indenizações por perdas cresceram
As perdas no campo em decorrência do clima adverso nas últimas safras e o impacto desses prejuízos nas contas das seguradoras têm diminuído o apetite das empresas pelo mercado de seguros agrícolas no Brasil.
Segundo o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Jônatas Pulquério, ao menos duas das 17 seguradoras habilitadas para ofertar seguro rural no país não estão operando produtos para o campo neste ano. Em 2022, o valor de indenizações pagas ao segmento foi de R$ 10,5 bilhões, alta de quase 50% em relação ao ano anterior.
A presidente do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Raquel Marimon, afirmou, no evento, que o aumento da sinistralidade nas últimas safras eleva o risco observado no país pelas resseguradoras e gera impacto direto no preço do seguro cobrado dos produtores. “Essas seguradoras que saíram do mercado, se não tivessem resseguro, teriam fechado as portas. Esse mercado exige resiliência”, disse.
Se não houver suplementação do orçamento para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), a realidade será a mesma, disse Jônatas Pulquério. O Ministério da Agricultura tem cerca de R$ 1,06 bilhão para aplicar. Desses, R$ 415 milhões estão reservados para o início da safra de soja e milho, a partir de julho, mas não deverão durar nem um mês.
João Regiani, diretor-presidente da J.REGIANI CONSULTORIA. com Wilson Bley Lipsky (dir.), presidente do BRDE, em evento na Expoingá
Nesta sexta-feira (12) o BRDE assinou na Expoingá R$ 49 milhões em contratos de financiamentos para o desenvolvimento do agronegócio, agricultura familiar e empresas de Maringá e região.
Do valor total assinado pelo BRDE grande parte (R$ 21,3 milhões) foi assinado com clientes representados pela J.Regiani Consultoria que tiveram as suas operações financeiras estruturadas pela equipe técnica da consultoria. Estes recursos atenderão a execução de projetos para infraestrutura e aquisição de maquinários para empresas e projeto de armazenagem para o agronegócio da região.
Parte dos recursos assinados com a consultoria atenderá a execução de projeto de armazenagem de grãos no Vale do Ivaí pelo Plano Safra, que será responsável por gerar em torno de 40 empregos diretos.
A consultoria possui sede em Curitiba e atuação em toda região Sul do País e Mato Grosso do Sul, tendo como diretor-presidente João Regiani, o qual foi anteriormente diretor de Operações do BRDE e que possui na sua equipe profissionais originados do mercado financeiro especialistas em operações financeiras estruturadas para captar recursos subsidiados de longo prazo junto ao BNDES, BRDE e Fomento Paraná visando o desenvolvimento dos mais diversos segmentos de negócios.