VANTAGENS DO EMPREENDEDOR CONTRATAR CONSULTORIA TÉCNICA PARA CAPTAR RECURSOS

João Luiz Agner Regiani, CEO da J. REGIANI CONSULTORIA (Foi Diretor de Operações do BRDE)

A J. REGIANI CONSULTORIA nos últimos tempos vem se notabilizando como um meio eficiente às empresas e ao agronegócio quando estes necessitam captar recursos de fomento para concretizar os seus projetos.

Dotada de uma equipe técnica capacitada e de ‘know-how’ no relacionamento junto aos bancos de fomento, a J. REGIANI CONSULTORIA conta com um amplo arsenal de ferramentas estratégicas e financeiras que vem auxiliando o seus clientes na obtenção dos melhores recursos de fomento existentes no mercado financeiro.

O grande diferencial que a Consultoria oferece aos empreendimentos está relacionado às melhores taxas de juros, prazos de pagamento, carências e método de amortização, bem como a exímia capacidade de negociação com as instituições financeiras, que no final das contas resultam num impacto financeiro de até 20% a menos no montante do endividamento assumido nos financiamentos obtidos pelos empreendedores clientes por meio da Consultoria.

Tanto projetos empresariais como do agronegócio tem saído do papel graças a ação proativa, técnica e eficaz da J. REGIANI CONSULTORIA. Por exemplo, projetos do agronegócio que ficam indefinidamente em fila espera dos recursos do Plano Safra (que são extremamente limitados, a exemplo do PCA Armazenagem do BNDES) mediante a intervenção e apoio técnico da Consultoria tem sido viabilizados em tempo recorde, muitas vezes captando-se os recursos necessários já no primeiro Plano Safra seguinte ao ingresso com a operação financeira, sem as mazelas impostas pelos bancos comerciais que muitas vezes condicionam a sua concessão a aquisição de produtos bancários caríssimos e desnecessários ao agricultor (p. ex: consórcios, seguros de vida, previdência privada, investimentos, aplicações financeiras, etc).

A seguir veja algumas vantagens que o empreendedor urbano e rural contarão ao contratar uma consultoria técnica como é a J. REGIANI CONSULTORIA.

VANTAGEM DOS EMPREENDEDORES CONTRATAREM A “J. REGIANI CONSULTORIA”

Existem várias vantagens de uma empresa ou agricultor contar com o suporte de uma consultoria técnica para a captação de recursos junto a bancos de fomento. Algumas dessas vantagens são:

  1. Conhecimento especializado: Uma consultoria técnica pode oferecer conhecimentos especializados sobre os processos e requisitos necessários para obter financiamento junto a bancos de fomento. A consultoria pode ajudar a empresa a entender os diferentes programas e linhas de crédito disponíveis, assim como os critérios de elegibilidade e as exigências técnicas que precisam ser cumpridas.
  2. Acesso a informações privilegiadas: Uma consultoria técnica pode ter acesso a informações privilegiadas sobre os processos de concessão de crédito e as políticas dos bancos de fomento. Isso pode permitir que a empresa aproveite oportunidades de financiamento que não estariam disponíveis de outra forma.
  3. Maior eficiência: A consultoria técnica pode ajudar a empresa a preparar a documentação necessária para a solicitação de financiamento, bem como a elaborar planos de negócios e projeções financeiras. Isso pode aumentar a eficiência do processo de captação de recursos, reduzindo o tempo e os custos envolvidos.
  4. Melhores condições de financiamento: A consultoria técnica pode ajudar a empresa a identificar as melhores opções de financiamento disponíveis e a negociar melhores condições de empréstimo. Isso pode resultar em taxas de juros mais baixas, prazos de pagamento mais longos e outras condições mais favoráveis.
  5. Redução de riscos: A consultoria técnica pode ajudar a empresa a identificar e mitigar riscos associados à captação de recursos junto a bancos de fomento. Isso pode incluir a análise de riscos financeiros, legais e regulatórios, bem como a elaboração de planos de contingência para lidar com possíveis desafios.

A J.REGIANI CONSULTORIA pode trazer uma série de benefícios aos empreendedores que desejam obter financiamentos junto a bancos de fomento, ajudando a aumentar a eficiência do processo de captação de recursos, reduzir os riscos e obter melhores condições de financiamento.

Quer falar sobre o seu projeto de negócios com a J. REGIANI CONSULTORIA? Entre em contato pelo (44) 99112-8800 (Cel./whats).

O agro e a balança comercial do Brasil

O agro brasileiro vem se destacando nos últimos 50 anos, colocando o Brasil como um dos maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos, fibras naturais e bioenergia

A produção de grãos na safra 2022/23 deve ultrapassar os 310 milhões de toneladas. O VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária) em 2022 foi de R$1.189 bilhões; para 2023 a estimativa é que o VBP alcance R$1.263 bilhões. O PIB (Produto Interno Bruto) do agro brasileiro em 2022 foi de R$ 500 bilhões. São indicadores robustos e consistentes que demonstram a importância do agro para o desenvolvimento do Brasil.

A balança comercial mede a relação entre as exportações e importações de um país e constitui em importante indicador econômico. O saldo da balança comercial resulta da diferença entre as exportações e importações. Estes valores são produzidos pela SCEX/Secretaria de Comércio Exterior) do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Em 2022 o Agro Brasileiro exportou US$ 159 bilhões e importou US$ 58 bilhões. O superávit da balança comercial do setor foi de US$ 101 bilhões. As exportações do agro representaram 47,6% do total que o Brasil exportou. O superávit na balança comercial do Brasil em 2022 foi de US$ 61,8 bilhões.

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Plano Safra 23/24 deve ter juros ao produtor como prioridade na sua formulação

O Ministério da Agricultura pretende reduzir juros no próximo Plano Safra, referente a 2023/24, mas para tanto precisará de “força política”, disse nesta terça-feira (14) o indicado para a Secretaria de Política Agrícola da pasta, Neri Geller, em meio a embates do governo com o Banco Central sobre o nível adequado da taxa e preocupações com a inflação.

“Acho que a taxa de juros, sim, é bastante elevada… vamos ver qual é a força política que nós temos para buscar a equipe econômica (para a redução dos juros)”, afirmou durante seminário do Lide Agronegócios, citando que reconhece que o país tem dificuldades orçamentárias.

Recentemente, integrantes do governo atual e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm questionado o patamar da taxa básica de juros do país, a Selic, defendendo que não haveria justificativa para o nível de 13,75% ao ano definido pelo Banco Central.

No agronegócio, o Plano Safra 2022/23 conta com taxas de juros entre 5% e 6% ao ano para o Pronaf (programa da agricultura familiar), enquanto os médios produtores possuem tarifas de 8% ao ano.

Em programas como o da ABC (agricultura de baixo carbono) e a PCA (linha de crédito que financia armazéns agrícolas) os juros podem chegar a 8,5% ao ano.

(Fonte: Forbes)

CONGRESSO APROVA R$ 1,2 BILHÃO PARA EQUALIZAR JUROS DO PLANO SAFRA

O Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei (PLN) 18/22, que abre crédito suplementar de R$ 1,2 bilhão para equalizar os juros de operações de financiamento do Plano Safra. As subvenções serão utilizadas para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), custeio agropecuário, comercialização de produtos e investimento rural e agroindustrial. A proposta segue para sanção presidencial.

Os recursos do PLN 18/22 virão da reserva de contingência, que é uma dotação genérica do Orçamento onde o governo guarda recursos para gastos não previstos. Na prática, o dinheiro é reservado para cumprir a meta anual de resultado primário.

Os recursos aprovados serão repartidos entre as seguintes operações de financiamento do Plano Safra:

  • Pronaf: R$ 532 milhões
  • Custeio agropecuário: R$ 443,5 milhões
  • Investimento rural e agroindustrial: R$ 216,5 milhões
  • Comercialização de produtos agropecuários: R$ 8 milhões. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)

PROPOSTAS DO COOPERATIVISMO SÃO APRESENTADAS AO MAPA E BACEN

O Sistema OCB promoveu, na quinta-feira 19/05, encontro virtual para apresentar as propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra 22/23 e ouvir as percepções das autoridades. Participaram da reunião o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes, e o presidente do Banco Central (Bacen), Roberto Campos Neto. Também estiveram presentes os presidentes das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Agropecuária (FPA), Evair Melo (ES) e Sérgio Souza (PR), além de representantes de cooperativas dos ramos Agro e Crédito do país.

O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez a abertura do evento e destacou, entre outros pontos, a importância de se manter a atual arquitetura do crédito rural e o aumento de volume de recursos para o financiamento. Para isso, salientou a necessidade de se ampliar os percentuais de exigibilidade de aplicação no crédito rural por parte das instituições financeiras e a garantia de recursos orçamentários adequados direcionados à equalização das taxas juros.

“Precisamos fortalecer os canais que viabilizam nosso processo de produção para que possamos ter uma agropecuária cada vez mais crescente e sustentável. Precisamos construir juntos alternativas para continuar alavancando o agronegócio no intuito de produzirmos alimentos de qualidade e a preços justos ao nosso consumidor, além de mantermos nosso protagonismo como peça fundamental para a segurança alimentar global”, ponderou o presidente.

O ministro Marcos Montes ressaltou a importância da atuação do Sistema OCB junto ao governo na construção de políticas públicas para o avanço do setor. Ele avaliou que os números defendidos pelo Sistema são desafiadores, mas que convergem com as análises realizadas pela equipe técnica do Ministério. “Precisamos produzir mais, estimular nosso agronegócio, e a participação ativa das entidades nos demonstra que precisamos buscar um Plano mais robusto para evitar retrocessos. Alguns sacrifícios econômicos precisam ser feitos para atender prioridades, e estamos tratando o Plano Safra como prioridade junto à área econômica do governo”, declarou Montes.

Já o presidente do Banco Central, Roberto Campos, lembrou também o papel das cooperativas financeiras para o crédito rural. “São os produtores os sócios da instituição financeira, e quem fazem o negócio funcionar. Em relação à equalização das taxas, precisamos aguardar a indicação do Tesouro Nacional sobre o montante que teremos. Outro ponto no qual precisamos avançar é em relação à poupança rural e LCA (Letra de Crédito Agropecuário), para estimular o pequeno e o médio produtor”, pontuou.

Valores e Percentuais

Resumidamente, as principais demandas do cooperativismo são o aumento da disponibilização de recursos de R$ 251,2 bilhões do atual Plano para R$ 330 bilhões, sendo R$ 234 bilhões destinados ao custeio da safra e comercialização e cerca de R$ 97 bilhões para investimentos.

A elevação da oferta de crédito também foi pleiteada mediante o aumento dos percentuais de exigibilidade do depósito à vista (de 25% para 34%), da poupança rural (de 59% para 65%) e das LCAs (de 35% para 50%) destinados ao crédito rural.

Há também a sugestão de elevar o montante de recursos alocados para a equalização das taxas de juros do crédito rural de R$ 13 bilhões para R$ 22 bilhões, e do seguro rural de R$ 1 bilhão para R$ 1,8 bilhão.