Setor de tecnologia criou 423 mil empregos no Brasil na última década


Ao contrário de outros setores, as vagas de tecnologia cresceram na última década

Um estudo da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) revelou um crescimento de até 740% nas profissões ligadas à tecnologia no Brasil. De 2012 a 2022, cerca de 423,1 mil novas vagas foram criadas. (Eis a íntegra – 2,5MB).

Em uma década, o total de empregos subiu de 445 mil para 868,1 mil….

Entre as profissões que mais cresceram, estão analistas de desenvolvimento de sistemas e programadores de sistemas de informação. No setor de engenharia de sistemas operacionais em computação, por exemplo, houve um salto de 741,2% em vínculos empregatícios.

Por outro lado, a digitalização impactou negativamente ocupações em administração, vendas e atendimento ao público. Nesse setor, uma perda de 1,3 milhão de empregos.

A tendência já foi confirmada por estudos internacionais, como os do Fórum Econômico Mundial, da Organização Internacional do Trabalho e do Instituto Global McKinsey.

O assessor da Fecomercio-SP, Jaime Vasconcellos, destacou a importância de adaptar ambientes econômicos e trabalhistas para absorver a inovação tecnológica.  “A tecnologia pode gerar muito mais transformações econômicas e sociais, bem como no mercado laboral. Mas isso vai depender também dos níveis de digitalização do mercado consumidor, do rol empresarial e da força de trabalho”, afirma…

(Fonte: Poder 360)

Confiança oscila entre os setores industriais, avalia CNI

Estão confiantes na economia: empresários de 17 de 29 setores, de grandes empresas e de indústrias localizadas no Norte, Nordeste e Centro-oeste

A confiança não voltou de forma plena e disseminada entre os setores industriais em março, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI – Resultados Setoriais), da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador mostra que dos 29 setores considerados, 17 seguem confiantes e 12 sem confiança. E, entre eles, o cenário está bem diverso. Foram consultadas 1.991 empresas, entre 1º e 9 de março.

Plano Safra 23/24 deve ter juros ao produtor como prioridade na sua formulação

O Ministério da Agricultura pretende reduzir juros no próximo Plano Safra, referente a 2023/24, mas para tanto precisará de “força política”, disse nesta terça-feira (14) o indicado para a Secretaria de Política Agrícola da pasta, Neri Geller, em meio a embates do governo com o Banco Central sobre o nível adequado da taxa e preocupações com a inflação.

“Acho que a taxa de juros, sim, é bastante elevada… vamos ver qual é a força política que nós temos para buscar a equipe econômica (para a redução dos juros)”, afirmou durante seminário do Lide Agronegócios, citando que reconhece que o país tem dificuldades orçamentárias.

Recentemente, integrantes do governo atual e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm questionado o patamar da taxa básica de juros do país, a Selic, defendendo que não haveria justificativa para o nível de 13,75% ao ano definido pelo Banco Central.

No agronegócio, o Plano Safra 2022/23 conta com taxas de juros entre 5% e 6% ao ano para o Pronaf (programa da agricultura familiar), enquanto os médios produtores possuem tarifas de 8% ao ano.

Em programas como o da ABC (agricultura de baixo carbono) e a PCA (linha de crédito que financia armazéns agrícolas) os juros podem chegar a 8,5% ao ano.

(Fonte: Forbes)

ATRASO NA ENTREGA DE INSUMOS COLOCA EM RISCO SAFRA 2021/22

A ameaça de falta de insumos para o plantio da safra 2021/2022 – que já está autorizado na maior parte do País – é motivo de preocupação para a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil). A entidade vem recebendo nos últimos meses informações de sojicultores sobre atrasos na entrega – e o que é mais preocupante – de cancelamento de contratos e de pedidos de compra de fertilizantes e defensivos, entre eles do herbicida glifosato, um dos mais utilizados no planeta.

Na prática, a falta destes produtos pode comprometer a produção rural brasileira, que é o principal alicerce da economia do País na atualidade. Isso porque a não aplicação de insumos no momento correto do plantio de soja e de milho reduzirá o volume e a qualidade da safra de grãos produzidos no País.

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BANCO MUNDIAL ELEVA PREVISÃO DE CRESCIMENTO ECONÔMICO DO BRASIL

O Banco Mundial divulgou nesta quarta-feira (6) que a economia brasileira deve crescer 5,3% em 2021. A estimativa é mais otimista do que os 4,5% de incremento que a instituição projetava para o país em junho deste ano. “A economia brasileira melhorou muito e, provavelmente, [o crescimento] chegará a 5,3% este ano”, declarou o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe William Maloney.

Em 2020, a atividade econômica no Brasil recuou 4,1%. Maloney ressaltou que incertezas políticas afetam os investimentos e, consequentemente, o crescimento econômico de qualquer nação. Apesar da melhora em relação aos últimos meses, a perspectiva de crescimento da economia brasileira ficou aquém da projeção para os países latino-americanos e caribenhos.

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