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A transição global para uma energia elétrica produzida somente a partir de fontes renováveis está cada vez mais próxima da realidade. Isso pode ser confirmado pelo professor de economia solar Christian Breyer e sua equipe da Universidade de Tecnologia de Lappeenranta, localizada na Finlândia, que revisaram as suas estimativas em relação à participação da energia solar na matriz elétrica globalaté 2050, que passou de 68% para 76%.
Para a pesquisa “Low-cost renewable electricity as the key driver of the global energy transition towards sustainability” – “Eletricidade renovável de baixo custo como o principal impulsionador da transição energética global para a sustentabilidade” –, com o objetivo de comprovar a disponibilidade econômica de um mercado global de energia baseado em fontes totalmente renováveis, a equipe finlandesa utilizou o seu modelo de transição do sistema de energia, estimando que a energia solar pudesse alcançar, no final da primeira metade do século, uma quota de mercado de 69% do total de fornecimento de energia primária.
“Uma descarbonização total do sistema elétrico até 2050 é possível a um custo menor do sistema do que hoje, com base na tecnologia disponível. A transição energética não é mais uma questão de viabilidade técnica ou econômica, mas de vontade política”, pontuou Christian Breyer.
Seguindo essa perspectiva, a energia solar será a principal fonte a contribuir para a transição a um sistema elétrico livre de emissões de carbono. Atualmente, esse tipo de energia é amplamente utilizado nos mais diversos setores da sociedade devido às suas vantagens e por estar se tornando cada vez mais acessível – sobretudo com o financiamento para energia solar como uma das alternativas para investimento em energia renovável (Fonte: Bem Paraná)
O agricultor paranaense passa a contar a partir desta terça-feira (27) com um programa de crédito exclusivo com juros subsidiados pelo Governo do Estado. A operação é garantida pelo Banco do Agricultor Paranaense, lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no Palácio Iguaçu. O alcance é estimado em R$ 500 milhões.
A proposta é alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.
Para isso, o Estado vai compensar o agricultor, por meio da Fomento Paraná, com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rual – neste primeiro momento estão credenciados o Banco do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e cooperativas de crédito.
A J. REGIANI CONSULTORIA auxilia o empreendedor a modelar, desde o início das atividades do seu negócio, o perfil econômico-financeiro do seu empreendimento às normatizações para concessão de crédito de instituições financeiras como o BRDE, BNDES, Fomento-PR, Desenvolve-SP, BNB, BDMG, BRB, dentre outras.
Mesmo negócios já formatados e em operação que vem enfrentando dificuldades quanto ao acesso ao crédito, podem ter os seus perfis financeiros remodelados a fim de acessarem os melhores financiamentos do mercado financeiro e, assim, se desenvolverem rapidamente. Consulte-nos.
Como forma de equilibrar saúde e economia, o Governo do Estado lançou nesta terça-feira (06), no Palácio Iguaçu, um novo pacote de estímulo a diferentes setores produtivos da sociedade, especialmente aqueles mais afetados pela crise econômica e social decorrente da pandemia da Covid-19. Ele destacou que os auxílios emergenciais voltados para pequenas e microempresas paranaenses vão estimular a geração de emprego e renda.
“Estamos fazendo de tudo para manter a economia do Paraná aquecida, sem esquecer é claro desta grave crise sanitária que estamos enfrentando há mais de um ano. Esse pacote é uma forma também de amenizar o impacto das medidas restritivas para setores que são muito importantes para o Estado”, afirmou Ratinho Junior.
Ele frisou que as medidas foram discutidas com o setor produtivo e auxiliarão o Estado em uma nova retomada. “Serviços, comércio e turismo são responsáveis por boa parte dos empregos gerados no Paraná. Então nada mais justo do que o Estado abrir mão de parte da sua receita, adiando a cobrança de impostos de quem ficou sem renda durante um período”, acrescentou o governador.
No total, ressaltou Ratinho Junior, 86,7 mil empresas terão direito a um o socorro de R$ 59,6 milhões, com recursos provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná (Fecoop) – a reserva financeira é abastecida por parte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de determinados produtos como a gasolina. Pequenas empresas cadastradas no Simples Nacional em quatro segmentos receberão R$ 1.000. Já os microempreendedores individuais (MEIs) de seis setores terão direito a R$ 500.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou de uma live sobre crédito na safra 2021/2022 promovida pela Broadcast/Agência Estado, na quinta (25).
O tema foi debatido pelo superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, e pelo diretor do Departamento de Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo, com moderação da jornalista Clarice Couto.
Eles discutiram as perspectivas para a oferta de crédito rural na próxima safra – que começa em julho –, as demandas da cadeia produtiva, o cenário atual para a composição do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2021/2022, a contribuição dos financiadores privados e seguro rural, entre outros temas.
Segundo Bruno Lucchi, as principais demandas do setor são revisar os custos administrativos e tributários (CAT) cobrados pelas instituições financeiras para operacionalizar o crédito rural e as diretrizes aplicadas sobre a carteira agro das instituições financeiras, para definição do risco na regulação prudencial.