
DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA



** Por João Luiz Agner Regiani, Advogado e Consultor para o Desenvolvimento
Vimos nos últimos dias no Brasil a queda gradual dos índices de infecção e mortes pela Covid-19. Concomitantemente a isto temos constatado a alteração preocupante e diária no comportamento social das pessoas em relação às cautelas de prevenção ao vírus, com inúmeras pessoas agindo como se a pandemia já tivesse terminado.
Aliado a isto, nos chegam notícias de diversas regiões do mundo dando conta do ressurgimento do vírus em países que este já havia arrefecido, numa segunda onda da pandemia a preocupar países, mercados e pessoas, e que no Brasil poderá ser potencializada diante do descaso comportamental e às regras básicas de distanciamento social pelas pessoas.
Diante disso a pergunta que muitos estão se fazendo neste momento é o que poderá acontecer com a economia, empregos e a segurança alimentar dos brasileiros caso a ´segunda onda´ da pandemia venha a se remontar à primeira, que sequer deu sinais de ter finalizado totalmente o seu ciclo.
Continuar lendo “GESTÃO DE NEGÓCIOS E AS INCERTEZAS DO EMPREENDEDOR NA PANDEMIA”Por Beatriz Cutait, Lucas Bombana, do InfoMoney
Passado um longo período de espera (e de expectativa) dos investidores, os BDRs, produtos que dão acesso a ativos estrangeiros a partir de negociações na Bolsa brasileira, estão acessíveis ao mercado de varejo desde quinta-feira (22/10).
Com isso, cai a exclusividade até então ao investidor qualificado. Independentemente do valor que você tiver aplicado hoje, é possível escolher um dos 671 recibos lastreados em ações de empresas estrangeiras à disposição na B3.
E, em breve, haverá ainda a opção de investir em BDRs lastreados em fundos de índice (ETFs), com exposição, por exemplo, ao desempenho de bolsas internacionais.
A B3 também começará a ter BDRs de renda fixa, permitindo ao brasileiro investir no mercado de dívidas internacionais, tanto de emissores estrangeiros quanto nacionais.
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A taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia, historicamente nunca esteve tão baixa, estando atualmente em 2%. É justamente esta taxa, definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que serve como parâmetro para a fixação de juros ao consumidor para compras à prazo, utilização do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito.
A pergunta que naturalmente se faz é: por que o consumidor continua pagando altos juros aos bancos se a taxa Selic está historicamente tão baixa? Dentre os fatores que levam a isto e que não é de fácil compreensão às pessoas, é que o custo das operações de crédito ao consumidor continua sendo calculado pelos bancos considerando o alto risco de inadimplência de pagamento diante da persistência dos índices elevados de endividamento geral e da elevada inadimplência ou impontualidade no pagamento de dívidas pelos consumidores.

O presidente Jair Bolsonaro prorrogou a alíquota zero para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito. A decisão está em decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União do dia 02/10.

Essa é a segunda vez que o governo prorroga a isenção como medida de combate à crise gerada pela pandemia de covid-19. Em julho, o governo estendeu a prorrogação por 90 dias. O prazo acabaria hoje. Com a nova prorrogação, a medida vale até 31 de dezembro.
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